Ídolos do Brasil: Ayrton Senna

Ídolos do Brasil Homenageia Ayrton Senna

Sempre no dia 1º de maio lembramos dele, dá uma saudade do nosso maior ídolo da história do automobilismo. Mas porque só lembrar no aniversário de morte, porque não lembrar sempre? Nós vamos fazer isso sempre que possível lembrarmos de Ayrton Senna não só pela sua bela história de vitórias e mais vitórias, mas também pelo o que ele ensinou a nós brasileiros. Muitos acordavam de madrugada, ficavam vidrados na tevê para ver Ayrton Senna correr, ele era a sensação no país, uniu palmeirenses e são paulinos que prestaram juntos uma linda homenagem ao nosso Senna. Não acompanhei sua carreira tenho que me contentar com vídeos, fotos e as histórias que os mais velhos contam sobre meu ídolo, que não é só meu, é nosso. Ayrton Senna pelo exemplo de profissional, Senna por encher o ego dos brasileiros, Senna por fazer o Brasil acreditar que é possível vencer o inimigo invisível. Você hoje está sendo homenageado por este simples blog, mas que neste momento têm a grandeza de poder dizer Senna é do Brasil! Veja fotos, momentos históricos de Senna, a última volta de Senna e destaques de sua passagem pela F-1.



















Foto: Aryton Senna retirada da internet

Ayrton Senna Início da carreira de Senna

Ayrton Senna foi o 14º brasileiro a disputar F-1. Sua 1º temporada foi em 1984 na modesta equipe Toleman. O piloto brasileiro não venceu nenhum GP, mas mostrou que tinha talento e braço, conseguindo dois importantes segundos lugares, em Mônaco e Áustria, dois terceiros lugares Inglaterra e Portugal e dois sextos lugares África do Sul e Bélgica. O primeiro GP disputado por Senna foi em casa, no dia 25 de março, no circuito de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro com problemas no turbo, Ayrton teve que abandonar a prova na 8º volta. Já no ano seguinte, na Lotus, vieram as primeiras vitórias na carreira: Portugal e na Bélgica.






















Foto: Miguel Costa Jr., Rio de Janeiro, BRA, 25.03.1984

















A quase-vitória em Mônaco (1984)

A bordo de sua Toleman, Ayrton Senna começou a corrida na 13ª posição. E sob muita chuva, fez belas ultrapassagens e começou a pressionar o líder, o francês Alain Prost. A performance do brasileiro era incrível e a liderança parecia ser questão de tempo. Mas a forte chuva levou ao cancelamento da corrida na 31ª volta (de um total de 76). Senna terminou em segundo, mas com o gostinho de quem venceria fácil...

O talento na pista molhada de Portugal (1985)


O GP de Portugal, disputado em condições atmosféricas adversas, revelou Ayrton Senna para o mundo, era apenas a segunda vez que Ayrton Senna pilotava sua Lotus, no GP de Portugal, no circuito do Estoril. Antes da partida, o motor do seu carro quebrou e a escuderia teve de fazer a troca, aproveitando o adiamento da largada em função da chuva. Mais uma vez, ele mostrou que dominava a pista molhada como ninguém a corrida foi completamente dominada por Ayrton Senna que assim, conquistou sua primeira vitória na categoria. Depois de ter efetuado a pole-position (também a sua primeira na F1) e a melhor volta da corrida.






Foto: Lotus 97T de 1985 pilotada por Senna

O ano de 1986

Ayrton Senna disputou a temporada de 1986 pela Lotus. Com a vitória em Detroit, nos EUA, o brasileiro carregou a bandeira brasileira pela primeira vez, gesto que se repetiria a cada vitória.

Terminou o ano na quarta colocação com 55 pontos, com duas vitórias (Espanha e EUA). Quatro segundos lugares (Brasil, Bélgica, Alemanha e Hungria) dois terceiros lugares (Mônaco e México) um quarto lugar (Portugal) e um quinto lugar (Canadá).
















O duelo com Piquet na Hungria

Nelson Piquet já tinha dois campeonatos mundiais (1981 e 1983) e pilotava uma Williams. Mas nada disso intimidou Senna, que travou um duelo de igual para igual.
No treino classificatório, os dois pilotos baixavam segundos a cada volta, mas Senna garantiu a pole. Na corrida, os dois se revezavam na liderança, com ultrapassagens marcantes — como a de Piquet, que entrou para a história, ao aproveitar o vácuo da Lotus para passar por fora na reta dos boxes. Piquet venceu a corrida, mas o que ficou marcado no GP e na carreira de Senna foi a corajosa queda de braço.




1987 O último ano de Senna na Lotus

Ayrton Senna disputava sua última temporada pela Lotus. Com duas vitórias, garantiu vaga para correr na McLaren na temporada seguinte. Terminou o ano em terceiro lugar com 57 pontos, com duas vitórias (Mônaco e EUA) com quatro segundos lugares (San Marino, Hungria, Itália e Japão) dois terceiros lugares (Inglaterra e Alemanha) um quarto lugar (França) dois quintos lugares (Áustria e Espanha).


História: A primeira vitória de Senna em Mônaco


A temporada de 1987 vinha sendo uma continuação do ano anterior, com as Williams-Honda como o melhor conjunto da F1. Porém, a inconstância de Mansell e o acidente de Piquet na curva Tamburello em Ímola não deixou que essa superioridade se transformasse em liderança do campeonato. Assim como em 1986, Prost vinha se aproveitando dos erros da Williams e liderava o campeonato com uma vitória no Brasil e na Bélgica, Senna em Imola se igualando a Jackie Stewart como o maior vencedor da história da F1. Mansell havia vencido em Ímola, mas um acidente com Senna no GP da Bélgica azedou de vez o relacionamento dos dois. Senna e Mansell chegaram a trocar sopapos nos boxes de Spa-Francorchamps. Senna tinha agora a força do motor Honda e uma novidade técnica que lhe causaria muita dor de cabeça no futuro: a suspensão ativa. Esse era o panorama para o Grande Prêmio de Mônaco, a quarta etapa do Mundial de Fórmula 1 de 1987. A Ferrari foi a protagonista dos dois treinos classificatórios. Mas por causa de acidentes. Berger bateu na saída do esse da piscina, mas o acidente do seu companheiro de equipe foi muito pior. Michele Alboreto vinha em velocidade máxima na subida do cassino, enquanto Christian Danner tinha acabado de sair dos boxes com sua Zakspeed.



Alboreto não queria perder tempo e tentou achar uma brecha entre o carro do alemão e os guard-rails. O resultado por pouco não causa uma tragédia. Alboreto toca em Danner e foi jogado para o muro, com o carro em chamas. Ambos os pilotos não sofreram nenhum ferimento, mas Danner foi desclassificado da corrida por pilotagem perigosa.



Além da nova chicane no final da reta do túnel, outra novidade em Monte Carlo era a permissão para que 26 (com a desclassificação de Danner, viraria 25) carros largassem. Até 1986 o grid era restrito a 20 carros e com seis carros a mais, a preocupação era muito grande com a segurança e obter uma boa posição no grid era essencial. A Honda mostrava sua força dominando os três primeiros lugares do grid, com Mansell conseguindo a sua terceira pole em quatro corridas até então. Senna largaria na primeira fila e a expectativa pela largada era enorme. Mansell e Senna já tiveram vários incidentes quando ficaram lado a lado no grid e na apertada Saint Devote, um incidente era quase certo. Piquet completou a trinca da Honda, mas estava quase 1s mais lento do que Senna. Prost era o quarto colocado e estava pronto para se aproveitar de qualquer erro dos seus adversários a frente. Mesmo com o susto, Alboreto ficou em quinto no grid, seguido pela surpresa da classificação: a Arrows de Eddie Cheever.




















(Senna venceu 6 vezes no circuito de Mônaco a de 1987 foi apenas a primeira.)
Na largada, Mansell saí muito bem e não dá chances para que Senna o atacasse. O inglês queria evitar a repetição do que havia ocorrido em Spa. Atrás de Senna vinha Piquet, Alboreto, Prost e Cheever. Mansell imprimia um ritmo de corrida muito forte e abria constatemente vantagem sobre Senna. Mais atrás, Piquet segurava a terceira colocação seguido de perto por Alboreto e Prost, que brigavam pelo quarto posto. As posições permaneciam as mesmas e Mansell estava na frente até a volta 30, quando o inglês diminuiu o ritmo e deixou Senna passar. Mansell foi aos boxes abandonar com o turbo quebrado. Era tudo que Senna precisava.



Foto: Lotus que o Senna obteve a primeira Pole e sua vitória em Mônaco.
Com uma boa vantagem sobre Piquet, Senna começou a passear pelo principado. Piquet, que nunca gostou de Mônaco, se acomodou no segundo lugar e começava a pensar no campeonato. Alboreto foi trocar seus pneus na volta 33 e ficou logo atrás do seu companheiro de equipe Berger, na sétima posição e com pneus novos, Alboreto não demorou para ultrapassar Berger. Com a parada do italiano, a Arrows tinha um resultado de sonhos: Cheever estava em terceiro e Derek Warwick era quinto! Mas o sonho da pequena equipe acaba na volta 59 quando Cheever abandona a corrida com o motor quebrado e como Warwick tinha quebrado o câmbio na volta anterior, a equipe saiu de Monte Carlo de mãos abanando. No finalzinho da corrida, Prost tem problemas de motor e perdeu um terceiro lugar certo. Com isso, Alboreto ficou com o lugar mais baixo do pódio.
Senna venceu com mais de 30s de vantagem sobre Piquet e Mônaco não apenas viu a primeira vitória brasileira, como também a primeira dobradinha! No pódio, Senna recebe o troféu e o champanhe e não se toca da sua presepada. Sem perceber ele dá um verdadeiro banho na família real e seu chefe de equipe, Peter Warr, teve que servir de escudo para diminuir o estrago. Com esses resultados, Senna pulou para segundo no campeonato e se transformou no primeiro piloto a vencer com um carro dotado com suspensão ativa e conseguia seu primeiro triunfo com a Honda, mas o mais importante, começava uma era de vitórias consecutivas em Mônaco até se transformar no Rei de Mônaco.



















foto: Senna comemorando sua primeira vitória em Mônaco





O Pr
imeiro título mundial



O primeiro título mundial de Ayrton Senna veio em 1988, com a McLaren. Foi uma campanha brilhan

te e uma acirrada batalha contra o companheiro A
lain Prost. Senna venceu oito das 16 provas do campeonato. Naquele ano, o brasileiro voou baixo e provou que era o piloto mais rápido da categoria, ao obter 13 pole positions.



No GP do Japão, em Suzuka no dia 30 de outubro, penúltimo da temporada, Senna garantiu o título após uma corrida fantástica. Senna teve problemas com seu carro na largada, saiu em último e completou a primeira volta na 19ª posição. Debaixo de chuva e pilotando como nunca, Senna começou a ultrapassar os adversários até chegar próximo de Prost, que liderava. A chuva parou e o brasileiro então provou que não era bom apenas na chuva: ultrapassou Prost e venceu a prova, conquistando assim pela primeira vez o título mundial.





















Foto: Senna pilotando Mclaren

Primeira vitória no Brasil

Mesmo com uma única marcha, o piloto brasileiro conseguiu manter a média de 1min25s por volta. Isso foi registrado e comprovado pelas câmeras de TV instaladas em seu carro. O esforço foi tanto para completar a prova que Senna teve de ser ajudado para sair do carro ao final da corrida. Pelo rádio do carro, ele exprimiu toda sua alegria e alívio quando completou a última volta e ultrapassou a linha de chegada. Emocionado, começou a gritar: "I don't believe" (eu não acredito, em inglês). Mais tarde Senna declarou que este GP foi muito especial em sua carreira, não só por ser a primeira vitória no Brasil mas também pela forma heróica como a conquistou, e chegou a compará-la a sua primeira vitória na F-1.


















Rei de Mônaco

Ayrton Senna em sua galeria de vitórias tem uma marca muito especial. O brasileiro venceu simplesmente o GP de Mônaco seis vezes e virou o "rei de Mônaco". Nas temporadas de 87, 89, 90, 91, 92 e 93, ele deu show e banho de champanha na família real, quebrando o protocolo mais de uma vez. No seu primeiro GP em Monte Carlo, em 1984, Senna deu um espetáculo. Debaixo de chuva, com a modesta Toleman, o brasileiro chegou a ultrapassar a McLaren de Niki Lauda e, andando muito rápido, continuou deixando adversários mais fortes e experientes para trás.. Quando se preparava para ultrapassar o francês Alain Prost, que liderava a prova, os dirigentes do GP interromperam a prova, argumentando que a chuva estava forte demais. Assim, a vitória foi dada ao francês.

Senna nos braços do povo


No GP de 28 de março de 1993, no Brasil, em Interlagos, Ayrton Senna conseguia sua segunda vitória em casa, a 37ª na carreira e a 31ª na equipe McLaren. Nesta corrida, o rival Alain Prost liderava e, quando começou a chover forte, o francês não trocou os pneus, bateu em Christian Fittipaldi e saiu da corrida. Senna então aproveitou e foi ganhando posições até ultrapassar o inglês Damon Hill para assumir a liderança e vencer o GP. Foi uma vitória inesquecível que mereceu uma comemoração inédita: pista invadida pelos torcedores e Senna carregado pela multidão. O piloto brasileiro foi simplesmente arrancado do carro e comemorou a vitória nos braços da eufórica e imensa torcida brasileira presente em Interlagos.


O bicampeonato mundial


Ayrton Senna conquistou seu bicampeonato no penúltimo GP da temporada de 1990. Foi em Suzuka, no Japão, que o brasileiro deu o troco no rival Alain Prost, que um ano antes havia vencido o campeonato de forma pouco ética. Naquele GP, o francês "fechou a porta" quando Senna, nas voltas finais, tentou ultrapassá-lo. Houve o choque e os dois saíram da pista. Senna ainda voltou ajudado pelos comissários, mas acabou desclassificado. Um ano depois Senna deu o troco na mesma moeda e local. Prost precisava da vitória para levar a decisão para o último GP, na Austrália, e também não podia provocar um incidente com Senna, já que desta vez o prejuízo seria seu. O suspense durou menos de dez segundos. A Ferrari do francês, que largou na segunda posição do grid, conseguiu tomar a dianteira, mas Senna forçou o carro e entrou por dentro na tomada da primeira curva. Então nenhum dos dois deu o braço a torcer. A roda direita traseira da Ferrari tocou na dianteira esquerda da McLaren e os carros saíram da pista, fazendo uma imensa nuvem de areia. A corrida não foi paralisada e Ayrton conquistava o bicampeonato mundial de F-1.


O tricampeonato mundial


No dia 20 de outubro de 1991, a Fórmula 1 conhecia o seu mais novo tricampeão mundial. Novamente no circuito de Suzuka, no Japão, Ayrton Senna disputava o título da temporada com o inglês Nigel Mansell, da Williams, que, logo na 10ª volta, abandonou a prova com problemas no freio. Daí para frente Senna deu um show e comemorou em grande estilo o tri. Na volta final, quando liderava folgadamente, num gesto de companheirismo - ou por imposição da equipe - cedeu passagem ao seu amigo e companheiro, o austríaco Gerhard Berger , que assim conquistava sua primeira vitória na F-1. Senna, então, entrava para o seletíssimo grupo dos tricampeões mundiais e também era o mais jovem piloto a conquistar essa façanha na história da F-1. E ao lado de Nélson Piquet colocou o Brasil numa situação invejável no automobilismo mundial: era o único país a ter dois tricampeões mundiais de F-1. Ainda no campeonato de 91, no último GP da temporada, Senna ganhou a corrida e quebrou um tabu de nunca vencer a prova de Adelaide, na Austrália. De passagem ainda deu o tetracampeonato mundial de construtores para a McLaren.


O lema do ídolo


O lema de Ayrton Senna desde que ingressou na Fórmula 1 sempre foi: "Vencer ou vencer". Senna dizia: "A vitória é o único prêmio de um piloto. É a motivação real e justificável para arriscar a vida em situações tão absurdas. Sem ela, não valeria o risco, por dinheiro nenhum, por nada neste mundo". E completava: "Ser piloto é uma questão de cromossomos: ou seu nasce com esta predisposição, ou não. Se você tem as bases, pode desenvolvê-las, mas, quanto mais frio e racional, mais você precisa ter dentro de si a paixão pela corrida".



As glórias que ficaram na McLaren


Em seis anos de McLaren, Ayrton Senna foi o maior vencedor da equipe em todos os tempos. Em 95 GPs disputados, o brasileiro conseguiu 46 pole positions, 36 vitórias e três títulos mundiais. Senna iniciou na McLaren em 1988, ano que conquistou seu primeiro título mundial. Sua última temporada na escuderia foi em 1993, quando conseguiu o vice-campeonato mundial. No ano seguinte se transferiu para a Williams, onde disputou apenas três GPs sem marcar nenhum ponto.



Vitória por menos de um segundo



A vitória mais dramática de Ayrton Senna em GPs foi em 13 de abril de 1986 na Espanha. Senna venceu o rival Nigel Mansell por apenas 0,014 segundos (ou seja: 14 milésimos) e com isso entrou para o livro "The Guinness Book of Sports Records", da editora Facts on File na edição 95/96. Em toda carreira na F-1, Senna conseguiu a incrível marca de 41 vitórias e 65 pole positions, além dos três mundiais.




O fim da era Senna


O show acabou. Ayrton Senna da Silva, talvez o mais completo e perfeito piloto da história da Fórmula 1, morria aos 34 anos no GP de San Marino, no dia 1º de maio de 1994. Sua Williams, na sétima volta, simplesmente não fez a temível curva Tamborello e chocou-se violentamente a 270 km/h contra o muro de proteção. O Brasil perdia um ídolo que dedicou dois terços de sua vida aos esportes motorizados. Primeiro no kart, depois no automobilismo e nos últimos dez anos na F-1. Em todas as modalidades, conquistou títulos e quebrou recordes.

Fotos do acidente:















O Monumento


A Prefeitura da Cidade de São Paulo, com o intuito de imortalizar a imagem de nosso grande campeão, erigiu em 1995 no Complexo Viário Ayrton Senna, no coração do Ibirapuera, um monumento de 5,0 m em bronze com a obra "Velocidade, Alma, Emoção" criada pela escultora Melinda Garcia.

Esta peça foi desenvolvida tendo como base o carro de Fórmula I de Ayrton Senna, com a finalidade de cumprir uma homenagem ao ídolo em três objetivos:

"VELOCIDADE" - imortalizar sua passagem meteórica;
"ALMA" - apreender de forma subentendida, porém substancial, sua presença anímica e carismática;
"EMOÇÃO" - aqui representada pela bandeira, simbolizando a entusiasmada vibração que sacudiu a todos nós brasileiros, criando uma união não só nacional, mas universal.

Sessão de vídeos
A última Volta de Senna
video

vídeo enviado por Ivan Marteleto felix



Senna cede vitória para Gerard Berger


video
GP de Interlagos de 1993
video
Senna ajuda companheiro

video
Vitória dramática de Senna a primeira no Brasil
video

Tributo a Senna.
video

Produzido, editado e finalizado por Magno Oliveira
Vídeos retirados do youtube, a última volta de Senna enviado por Ivan Marteleto Felix
Fontes de pesquisa e fotos:

http://avozlusa.wordpress.com
http://1bloguinhokin.blogspot.com
http://www.diariomotorsport.com.br
http://speedracing.50webs.com
http://4rodinhas.blogspot.com
http://globoesporte.globo.com
http://files.diariosp.com.br
http://araujo.wordpress.com
http://planeta.bola.zip.net
http://eduardobrunharo.wordpress.com
http://avozlusa.wordpress.com
http://www.diariomotorsport.com.br
http://4rodinhas.blogspot.com
http://www.ayrtonsenna.kit.net
http://bandeiraverde.com.br

Comentários

  1. Vim retribuir sua visita e comentários no meu espaço, e claro desejar-te muitas conquistas para este NOVO ANO.
    Amei a homenagem postada aqui, depois da morte dele nunca mais assisti uma corrida se quer, ´não que outros não possam ter oportunidades, mas ele era único, tanto que Deus buscou pra junto dele.
    Obrigada pela companhia Magno, to de olho por aqui.
    Bj

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  2. Excelente homenagem a um homem que morreu muito jovem e de forma brutal!

    Abraço

    Boa semana

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  3. Muy bueno tu homenaje a Ayrton, que pena lo del accidente, era un genio y encima buena persona.

    Hay deportes muy arriesgados, lamentablemente.

    Besos y buena semana.

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  4. Eu gostava muito de Ayrton Senna, sua 1ª vitória foi no Estoril - Portugal, vibramos com esse irmão que o destino quis malogrado :(

    Excelente biografia do piloto, parabéns

    Abraço ^^

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  5. Maravilhosa reportagem!

    Quem não amava esse jovem? Lembro e nunca esquecerei esse domingo chuvoso aqui no Brasil- Rio de Janeiro. Mal ele fez a curva eu gritri VAI MORRER. Pena que pressinto as coisas, Mas ele também pressentiu.

    Nunca mais tivemos um ídolo que nos orgulhasse tanto.

    Parabéns!

    Abraços

    Mirze

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  6. Dizem que ninguém é insubstituível!

    No caso do inesquecível Ayrton Senna do Brasil creio que encontramos uma exceção!

    Abraços e parabéns por esse belíssimo post!

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  7. Oi Magno...
    Acho esta iniciativa ótima, pois mostra o que saudades não bate só em datas pontuais.Ayrton foi e é único para o mundo todo.
    Beijos Néia

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  8. Esta reportagem ficou maravilhosaaaa!
    Eu amo o Ayrton!
    Desde que eu era criança!
    A história de vida dele é um exemplo pra mim!
    Senna era pura emoção!
    Sou suspeita em falar.
    Amo fórmula 1!
    Obrigada!

    Um abraço.

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  9. Cheguei a esse blog hoje, depois que fiz um post ontem, dia de nossa senhora Aparecida e falo no nosso exemplo de pessoa que foi o nosso Ayton.
    Gostei muito desse blog e vou linkar no meu.
    http://www.conectandorionatal.com.br/index.php/the-news/257-as-nossas-senhora-nossa-senhora-aparecida-.html

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  10. todo grande carro de formula 1 hoje
    nao tem um moto tem uma lembrança de sena

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  11. eu Pablo varela adorei a reportagem e as fotos do senna

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  12. gostaria de sujerir já que todos temos essas recordações maravilhosas sobre o nosso AYRTON, vamos votar nele no site do SBT na pesquisa idealizada pela BBC de LONDRES, para que ele merecidamente seja eleito o maior Brasileiro de todos os tempos. bom eu já votei. abraços: JUNIO VENTURA

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